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Noite de fados

por Helder Robalo, em 27.02.09
Todos aqueles que apreciam este estilo musical tão português, não deixem de comparecer no próximo Domingo (dia 1 de Março) por volta das 21h no Salão Multi-usos de Aldeia de Santa Margarida.
A entrada é totalmente livre e assim toda a população terá oportunidade de ouvir o típico fado de Coimbra, tocado por fadistas da terra dos estudantes.

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publicado às 08:00

Fotos do Carnaval

por Helder Robalo, em 26.02.09

Mais um Carnaval que cheio de divertimento e animação já passou e Aldeia de Santa Margarida, pequena aldeia no concelho de Idanha-a-Nova, não deixou de fazer a sua festa. Modesta, mas honrada, como se costuma dizer.

Restam agora as recordações e, para isso, ficam em baixo algumas fotografias deste evento feito por cá.

Fica a nota de que o vencedor do concurso carnavalesco foi o Diogo Moita, representado na sexta fotografia da coluna do lado esquerdo. Os nossos parabéns ao vencedor.

PS: Agradecemos a amabilidade da Ana Filipa Leal por nos ter cedido, muito prontamente, as suas fotografias para aqui publicarmos e assim melhor ilustrar mais este acontecimento da nossa terra.


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publicado às 18:26

Carnaval da pré-primária

por Helder Robalo, em 22.02.09
Apesar de poucos, os alunos da pré-primária de Aldeia de Santa Margarida continuam a festejar o carnaval com um pequeno desfile que animou as ruas da aldeia durante toda a manhã de sexta-feira.
As fotografias foram tiradas pelo Samuel Pereira pouco depois das 10:30.





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publicado às 01:15

Festa de Carnaval

por Helder Robalo, em 16.02.09
Por Aldeia de Santa Margarida, já se fazem os preparativos para a típica festa de Carnaval.
Este ano os festeiros entraram no espírito carnavalesco e não se fará um dia, mas sim dois dias de festa e cortejo.
Os dois dias serão Domingo e Segunda-feira antecedentes à Terça-feira do Entrudo e o começo será por volta das 13h (de Domingo) com o serviço de bar, claro está, no salão multiusos da nossa terra.
Haverá desfile dos entrudos (esperemos que sejam muitos), concurso para o melhor mascarado e, como não poderia deixar de ser, imensa diversão.

Por isso fica o aviso, se ainda não tem nada programado para estes dois dias, venha passá-los a Aldeia de Santa Margarida e verá que não se vai arrepender!

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publicado às 17:46

Profissões antigas - Por Padre João Caria

por Helder Robalo, em 13.02.09
Sr. Hélder Robalo

Os melhores cumprimentos. Estive algum tempo sem visitar o vosso blogue, mas devido a uma gripe e ao recobro um pouco prolongado tive vagar para efectuar várias visitas. Continuo a dar-vos os Parabéns pela variedade de assuntos e notícias actuais e curiosas dessa terra. Sempre no momento próprio. Gosto muito das crónicas do Senhor Francisco Caetano, numa linguagem clara e de muito humor. É verdade que por vezes nem tudo apreendo, pois, nunca vivi na Aldeia e o tempo que lá passava era o da escola. Quanto às pessoas, algumas recordo, mas outras…

Falando de pessoas, talvez uma ideia que certamente vós já pensastes muito, mas será bom aproveitar as pessoas que ainda recordam certas figuras típicas da Aldeia e os seus ofícios: a saga dos fogueteiros que ainda perdura, e lembro-me de levar os cadernos da escola para as bombas. A qual deles, não sei. Vivia nas casas em frente da de meu Pai.

O Caldeireiro cujo nome não recordo. O Ti Joaquim Tavares, o endireita, que punha todos os ossinhos no lugar, de pessoas ou animais e me endireitou a perna direita. O Ti Virgílio, alfaiate. A Forneira e tanta outra gente que merece uma recordação de todos nós.

Peço desculpa de meter a foice em seara alheia, pois, como sabe não nasci nem vivi na Aldeia, mas é a minha terra de opção.

Mais uma vez os meus Parabéns!

Abraço amigo

P. João Caria

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publicado às 15:14

Crónica breve (III) - Por Francisco Caetano

por Helder Robalo, em 07.02.09
CRÓNICA BREVE (III)
Festa do Verão


Festas, de arromba, maiores que as de Aldeia, talvez, num ou noutro ano, só as da Orca. Também nas Martianas, uma vez por outra, era larga a festança.

Hoje, a par da procissão, podemos dizer que o momento principal e móbil ajuntador das famílias e amigos é o frango assado no recinto das festas, umas gasosas e umas grades de minis, um ou outro conjunto, de nome mudado para banda. Já não há emigrantes para mostrar as máquinas e poucas são já as moçoilas para se fazerem inveja com as roupas novas.

Antes, o que dominava era a procissão e o leilão das merendas à tardinha e pela noite dentro.

Os andores iam, então, cobertos de notas de 20, 50, 100 e até 500 escudos, ainda ditos de réis, pregados nos santos com aranhóis (alfinetes), logo seguidos de perto pelo senhor prior que, a coberto do pálio, ia rezando pelas almas e para que a brisa se mantivesse calma e os alfinetes cumprissem o seu papel.

Quem espetasse a maior cédula ganhava direito não só a que a proeza fosse comentada nos próximos dias, no povo, mas também a alombar com o santo.

O que não era fácil, sendo embora 4 os pegadores, à passagem pelo Regedor já um ou outro desasava, fazia a parte que pegava, sobrando o peso para quem tivesse menos ronha ou, vá lá, maior fé, que era o que valia a tanto sufoco dos agostos de antanho.

O dinheiro era de promessas, feitas durante o ano, fosse ao Mártir S. Sebastião, fosse à padroeira Santa Margarida, de forma a intercederem pela saúde de quem as fazia ou de familiares ou mesmo de animais, quase sempre um jumento, pelo valor que tinha, como meio de transporte, como pela falta que fazia na arada das terras.

Ainda que a Santa Margarida seja a padroeira, o Divino Mártir, costumava levar a melhor fosse por inspirar maior confiança, fosse porque a prédica do senhor padre empolgasse ao extremo os seus dotes de valentia. E o impacto das suas façanhas sobre as pessoas era tanto maior quanto feito do alto do púlpito (esse altar lateral da igreja, que os mais novos nunca viram usar) com os gestos largos do inflamado sacerdote a roçar a cabeça das pessoas. O outro nosso António Vieira não passaria, aqui, de um aprendiz.

De tal forma que, de uma vez, conta-se, com tanta paixão descreveu a luta do santo contra o diabo e do diabo contra o santo, que fez isto, que fez aquilo, que o satanás, às tantas, pegou numa seta, apontou-lha ao coração e…pausa feita, respiração suspensa, corações parados, silêncio de chumbo, mulherio já a morder os lenços e o povo todo à espera do desenlace final…quando rebentou do coro: “essa é que o lixou!”.

Bom, ficou o santo padre desarmado, respiração e corações de volta, acabaria aí a missa, entre o choro de uns e a galhofa de outros tantos.

O outro momento importante era, pois, a arrematação das merendas.

Imagine-se o que era. Cestos e tabuleiros cheios de carnes, fritas e assadas, galos, coelhos, pernas de cabrito ou de borrego, com fino toque a bedum, arroz de hortelã para acompanhar e desenjoar, um pão leve (pão de ló) com uma garrafinha de vinho do Porto no buraco, bolo devidamente decorado com amêndoas espetadas, sobrantes ainda da Senhora da Granja ou da Senhora da Póvoa e doces (biscoitos), muitos, à volta. Um garrafão de vinho, claro! Quase sempre carrascão, mais para o escuro.

Quermesse à pinha, era aguardar que o roufenho funil da afamada aparelhagem Silva Tinalhas desse início à disputa, começando por anunciar o dono da oferta. Lenço no microfone, aí estava. Oferta de fulano de tal, preço inicial de tanto. A base de licitação era dada pelo dono. A partir daí era ver quem dava mais. Pica de um lado, pica do outro, volta a picar e repicar. Os da Christie's muito aqui tinham a aprender. 399 uma, 399 duas, 399, três... arrematado. Por vezes nunca os centavos valiam tanto. 199 e 10, o outro 199 e 20, outro ainda 199 e 30, uma, duas, e 40, agora ainda de um outro, uma, duas, duas e meia, duas e três quartos…

Era assim, dos oitavos não temos memória. Só dos de Vimeiro, no dia a seguir, após o acordeonista ter guardado o fole, ter-se posto fogo à peça e rebentado o castelo.

Era giro!..

Abraço

Fev. 09
FC

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publicado às 13:28

Requalificação da ETAR

por Helder Robalo, em 06.02.09
Há já alguns dias que se iniciaram as obras de requalificação da Estação de Tratamento de Águas Residuais de Aldeia de Santa Margarida.
Esta é uma obra realizada pelo grupo Águas do Centro, que foi orçamentada no valor de 214.951,77€.

Em baixo ficam algumas fotos da zona circundante, onde se pode ver já bastantes diferenças.





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publicado às 15:24

É bom recordar - Por Paulo Afonso Marques

por Helder Robalo, em 05.02.09

É BOM RECORDAR

Em primeiro lugar quero felicitá-los pelo excelente trabalho que estão a desenvolver e ao mesmo tempo agradecer toda a informação que nos vão dando da nossa terra.

É bom recordar os nomes dos locais e sítios, que já não lembrava, nomes de pessoas que não esqueci, mas algumas já não recordo o rosto; tento reconhecer nas fotos e nos vídeos, que devoro assim que aparecem.

Ainda foi à pouco tempo que tomei conhecimento deste espaço, mas agora é raro o dia que não faço uma visita.

Sou dos que saiu da Aldeia muito novo, tinha 11 anos, completei a primária e vim para Lisboa com toda a família e por cá fiquei.

Gostei de ter notícias do Luís Curto Dias, pensava que já tinha esquecido a nossa terra, ainda tinha menos idade quando deixou Aldeia. Toda a rapaziada do nosso ano "1948", uns mais cedo outros mais tarde procuraram outras terras para fazer as suas vidas e nesse tempo ainda nascia muita gente em Aldeia. Já não consigo recordar quantos rapazes e quantas raparigas nasceram no nosso ano, vou só lembrar mais alguns nomes:

O meu primo João Afonso, Luis "da tiAnaFraqueira", José Caria, Domingos Fraqueiro, Raúl Moita, Joaquim Camejo "da tiMariCameja" e Francisco Fernandes, neste momento não me ocorre mais nenhum nome, mas somos muitos mais, peço desculpa aos que não mencionei.

É bom recordar coisas da nossa infância, recordo as marteladas no ferro da forja do "tiCésar", que ficava perto da casa do meu avô (junto à casa grande) o som ouvia-se por toda a Aldeia. Recordo ao fim da tarde a chegada da camioneta da carreira, ainda guardo na minha memória o barulho que se ouvia na Aldeia quando a camioneta estava a subir a estrada até ao cemitério, largava-mos as nossas brincadeiras e lá íamos nós a correr rua abaixo mas ainda chegávamos primeiro. Assistíamos à manobra da inversão de marcha, víamos quem chegava e quem partia e ao recomeçar a sua marcha corria-mos atrás dela até que as nossas pernas o permitissem. Também recordo nas noites frias de inverno depois da Ceia, juntavam-se na nossa taberna meia dúzia de fregueses uns bebiam uns copos, outros jogavam às cartas ao Sete e Meio a rebuçados; era engraçado os rebuçados andavam de bolso em bolso de dia para dia, alguns já andavam com os papéis todos melados de andarem no bolso da jaqueta, à espera do serão seguinte.

Sobre a sugestão do António Camejo, também quero dar o meu contributo, concordo plenamente que D. Isabel Curto professora durante muitos anos na nossa terra merece um reconhecimento. Estava sempre disponível quando a procuravam para pedir uma informação, uma opinião ou um conselho e naqueles tempos não havia muitas pessoas na nossa Aldeia a quem recorrer. Também levei algumas réguadas, até o próprio filho o Manuel que fez a primária connosco era tratado da mesma forma, naquela época quase todos os professores recorriam a estes métodos, mas temos que reconhecer que foi uma excelente professora. Também a visitei aqui em Lisboa quando estava doente e falava com muito carinho das pessoas da Aldeia, que conhecia pelos próprios nomes.

Parabéns também para Os Tapori a Bombar, fui à BTL na FIL e gostei, muita gente jovem com garra para ir para ir em frente com este projecto.

UM ABRAÇO

Paulo Afonso Marques

Nascido em 18 de Junho de 1948 em Aldeia de Santa Margarida

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publicado às 11:35

Crónica breve (II) - Por Francisco Caetano

por Helder Robalo, em 03.02.09
CRÓNICA BREVE (II)

A paga do vinho

Contrariamente ao que possa pensar-se, namorar com forasteiro, antigamente, não dependia apenas da vontade da noiva, do pai ou da mãe. Dependia também do pagamento de uma espécie de tributo.

De quem?

- Do candidato a noivo, aos rapazes da terra.

Tributo esse não em dinheiro, mas em vinho, tinto.

Um garrafão, ou mais, dependia do perfil do intruso. Se pouco ou muito abonado, assim era provar ou fartar.

E a lógica era esta. As raparigas estavam destinadas aos rapazes da terra. Se algum de fora fosse roubar qualquer uma, teria de pagar pela ousadia.

Mal corresse suspeita, no balcão do Ti Zé Morais, de rabisco novo de rapaz de fora e se não tomasse ele próprio a iniciativa de se apresentar, devidamente sortido, prazo curto tinha ele para a intimação. Que não passasse do próximo sábado ou domingo! Não fosse deixar, entretanto, a rapariga e a rapaziada a penar de algum aguamento, mas do vinho.

E a recusa era legitimamente entendida (assim o dizia a prática) como sinal de que apenas queria era gozar a rapariga e isso era crime grave punível com saraivada de pedra vinda não se sabendo de onde.

Era assim na nossa Terra, como nas próximas. Mata, Martianas, Pedrógão, Bemposta, Proença, S. Miguel…

Lembram-se os mais velhos (que não lêem isto e por isso podemos falar à vontade) que um período houve em que não havia mãos a medir. Aquando do alcatroamento da estrada (a mesma que passava no, como se dizia, "arramal") veio uma chusma de rapaziada de fora, sobretudo do Alentejo trabalhar para as obras, que não deixou nova e velha, feia e bonita, por casar. Então o vinho era à farta!

Porque o néctar escorregava mal sem companhia, lá vinha também o conduto. Um queijo (quase sempre corno, assim se chamava, duro que era), uma morcela a dar já para o azeite da lamparina da Igreja e pão, muito pão.

Falava-se até que em certas terras, a par do vinho, até negar, o pão, empinado, deveria ter a altura do intruso noivo.

Safava-os que a rapaziada, antigamente, não tinha a altura de hoje.

Era comer e beber até chegar com o dedo. Cantavam uns, chamavam o gregório outros…Com rapariga a menos, mas todos se divertiam, menos a noiva, claro está, que via a vida a andar para trás.

E, cumprida a obrigação, e já munido com a carta de alforria, já o bom forasteiro podia namorar à vontade.

À vontade, como quem diz. Nem todos os dias (e horas) eram dias de namoro e só já em fase avançada podia o rapaz entrar em casa dos pais da noiva.

Habilidade deveria ter, também, para dar um pontapé no candeeiro sem que ninguém desse por ela…

Abraço

Fev. 09

F C

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publicado às 20:39

Crónica Breve (I) - Por Francisco Caetano

por Helder Robalo, em 03.02.09
CRÓNICA BREVE (I)

Os nomes pouco contam

1. Antes de mais, mea culpa pelos erros da crónica anterior. Ortográficos e de escrita, como é, aliás, perceptível.

O que já não é tão perceptível é ter-se misturado um equídeo com pessoas, ainda por cima quando com todas elas mantivemos, em vida, relação de grande afecto e grande é o respeito com que as recordamos.

A principal razão é que a habilidade para o computador não abunda. O que, sem mais, não desculpa. Antes do envio do texto (que por castigo numeramos de crónica zero) impunha-se que o tivéssemos lido e, depois, não dar passeio à mão pelo delete que, antes do equídeo, comeu um parágrafo e ficou, parte dele, sem sentido.

Grande coice merecia. O delete.

Queríamos nós propor, na parte apagada, falar de um ou outro episódio pitoresco, como o relatado e, já agora, de cuja linguagem menos vernácula, quanto a um dos termos, nos penitenciamos.

Com respeito por todos quanto apreciam um bom cozido e com a devida vénia, ainda do citado equídeo ou da limusine obamiana, somos um nabo informático, uma besta…

*

2. A propósito do Ti Chico Aguardente cremos ter sido o nosso amigo Ti Virgílio (sem o ti soa a oco) que assim o baptizou, tanta a aguardente que suportava tal homem. O arcaboiço, é verdade, também dava para isso!

Mais que ele, amante da dita, só o nosso também amigo José Robalo, o do café, o que na sua mestria pirotécnica nos põe a todos de nariz no ar, quando não “a dar às de vila diogo”…

E, se assim o recordámos, foi com carinho, que, aliás, a sua memória merece.

Tratá-lo por Francisco Robalo pouco diria. Nomes desses há muitos. São como os chapéus, como diria o outro. É ver a lista telefónica. Igual a ele, poucos.

Os nomes têm o conteúdo que socialmente lhes atribuímos. Colam-se-nos à pele e não há nada a fazer. Os do registo são para a burocracia comer.

Todos sabem, por exemplo, quem é o Zé da Cabra ou o Tó Chiba (não, não é a marca do computador). Agora dizer que é o José Simão ou o António Nunes, só os próprios.

E apelidos, assim se dizia, todos, mais ou menos, fomos tendo.

Claro que os tempos de hoje trouxeram outros “apelidos”, menos campesinos, ou já nem isso. Mais números. Do NIF ao BI, que não há tempo a perder.

Voltando ao nosso amigo, homem de cultura superior à média da sua geração, um nadinha vaidoso, a gostar de dar para o lisboeta, impunha a sua ideia com decibéis nem sempre aceites, mas nada que mais um copo não desculpasse.

Felizmente para ele, e para nós, já não o conhecemos novo. Será o garboso jovem cuja foto o seu neto aqui trouxe. Neto que pode orgulhar-se sobremaneira do ascendente que teve!

*

3. Ainda não foi hoje que saiu a 1.ª crónica. “Na verdade, porém”, sem querer, ou a querer, acabámos por homenagear uma pessoa da nossa Aldeia.

Ficamos por aqui que…quanto menos se escreve menos asneiras se dizem.


Abraço a todos e obrigado à Soly.

Janeiro de 2009

F C

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publicado às 19:19

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